Domingo, 4 de Maio de 2008

Homenagem a Minha Mãe

 

Quantas graças já dei eu

Quantas mais terei de dar.

 Á Divina previdência

Por me dar a mãe que deu.

 

Quando se ama uma mãe

Como eu amei a minha

Nunca pensa que ela morre

Mesmo que seja velhinha.

 

Já tinha noventa anos

Na idade era velhinha

No espírito uma jovem

Na sabedoria uma rainha.

 

Estava sempre a fazer versos

A contar lindas histórias.

Todos quanto a ouviram

Vai fica-lhes na memoria.

 

Era uma velhinha linda

Por ter uma bondade nobre!

Assim Deus lhe concedeu

Também uma morte nobre.

 

Deitou-se um dia à noite

De manhã não acordou

Quando chegou ao Céu

O seu filho a abraçou.

 

Agora não choras mais

Por teu filho que morreu.

Viveis juntos penso eu

Lá no alto no além.

 

É assim que eu espero

Meus irmãos  também

É o desejo das netas

E dos amigos também.

 

Em tudo que Tu fazias

Ponhas um gesto de amor

Disseste-me tantas vezes

Fez assim nosso Senhor.

 

Por isso eu te igualo

À Virgem Mãe de Deus!

A Ela, morreu-lhe um filho

A ti também morreu.

 

Era uma pessoa nobre

Porque amava e respeitava

Mesmo que a ofendessem

Ela logo tudo perdoava.

 

Foi assim que ela educou

Os filhos que ela quis ter.

Nós agora cá na terra

Vamos ter que agradecer.

 

A maneira mais bonita

Que temos para o fazer

É vivermos sempre unidos

Até ao dia de morrer.

 

Para que na eternidade

 Nos  possamos todos ver.

Descansa em paz minha Mãe

É assim que vamos fazer.

 

Nós na terra e vós nos Céu

Todos juntos pediremos

Para que todas as mães

Tenham pão para seus filhos.

 

Espero que os governantes

 Façam com que aconteça

O que a Natureza dá

mata a fome a todo o homem.

 

Basta que eles façam

Distribuição racional.

Se todos assim  fizerem

Ninguém mais morre de fome.

 

Homens de todo o mundo

Amai todas as mulheres.

São mães dos vossos filhos

Iguais às vossas mães.

 

Há violência nas mulheres

Digam não. Nunca jámais.

Matam-nas por adultério

Que eles próprios o fizeram.

 

É, mais do que vergonhoso

É, repugnante também.

 Matarem as mulheres

Por erros  que elas não tem!

 

Dizem que é a cultura

Nesses países do além

 Mas que cultura é essa

Que matam as próprias mães?

 

A todas as mães do Mundo

Eu me curvo perante elas

Sãos elas que dão vida

Ao ser humano da terra.

 

Homens amai as mulheres

Como a Natureza ama o Mundo.

Sãos elas que dão à Natureza

Todos os sábios do Mundo!

 

A todas as mães do mundo

Aqui lhes deixo um abraço

Por trazerem no seu ventre

Todo o ser da humanidade!

 

 

Zéza Coutinho.

 

 

sinto-me:
publicado por zezacastanho às 15:57

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