Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008

O REALEJO DO MEU PRIMO CESÁRIO QUE O MEU AVÔ LHE OFERECEU

 

 

 

 

 

sinto-me:
publicado por zezacastanho às 14:00

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Pequeno Almoço

 

 

Cuidado a ter com os cereais.

sinto-me:
publicado por zezacastanho às 13:33

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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Da Sique Radical

publicado por zezacastanho às 11:25

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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Anos de Marta

 

 

 

RESSALVO A PALAVRA.  SE NÃO.

 

 

TIVE PENA NÃO CONSEGUIR ENCONTRAR A MÚSICA DOS PARABÉNS.

sinto-me:
publicado por zezacastanho às 11:30

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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Medicina Informacional

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publicado por zezacastanho às 11:46

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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

Papagaio parte noz

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Paciência de papagaio

publicado por zezacastanho às 23:45

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Museu do ouro em Viana do Castelo

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Museu do ouro em Viana do Castelo.Pertense ao doutor Freitas

publicado por zezacastanho às 17:04

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Sábado, 13 de Setembro de 2008

DIREITOS NO DARFUR

publicado por zezacastanho às 19:10

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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

A MINHA ALDEIA

 

 

 

A minha aldeia é tão linda,  tenho saudades ainda, desse tempo de criança, preciosa vida levar, junto ao rio a brincar, com um grupo de crianças, lavei roupa nesse rio, moí milho para o pão, reguei o campo com ele que me deu boa alimentação. Esse rio feiticeiro que nascia em Vila Fria, ao longo do seu percurso fertilizava os campos das freguesias, com a sua água corrente, cantante, tão pura , cristalina e transparente que eu via o meu rosto nela! Os peixes ao verem-me rodopiavam, como « dizendo que peixe é este que não conhecemos » ! Que bonito, que beleza, que ternura, que saudade...

 

 


Fica a cinco quilómetros da sede do conselho, era a maior e a mais populosa do Distrito tinha então cinco mil e tal habitantes, dos quais faziam parte um Mar de crianças, eu era uma delas.
 Era vizinha das freguesias: Alvarães, Castelo, Darque, Mazarefes, Neiva e Vila Fria, a sul era atravessada pela estrada Internacional, a Este tem um monte com muita vegetação, na encosta dele tem uma casa solarenga, onde esteve refugiado um longínquo politico de nome Prior de Crato, a Norte é beijada pelo Mar, a Oeste banhada por um pequeno rio, que tinha uma azenha e um moinho, o rio chamava-se Rodanho, desaguava num vale longo, cheio de campos férteis que eram o celeiro da Terra. Ao centro era atravessada por uma estrada Camarária. As casas eram feitas de pedra, caiadas de branco quase todas, algumas em rosa, todas tinham quintal, eram de dois pisos, por baixo era o curral dos animais, por cima viviam as pessoas, poucas sabiam ler principalmente as mulheres uma delas era minha Mãe. As pessoas viviam da agricultura e algumas migraram para o Brasil e mais tarde para as colónias portuguesas.

 

 

Estava dividida, por lugares, onde eu morava chamavam Valada era o segundo maior, o maior chamavam-lhe Chafé. Conta a lenda que vieram um dia uns fidalgos visitar uns amigos e estes foram-lhes mostrar a terra, como era grande eles ficaram cansados e disseram: - (tantanhatantanhaquicháfed) e assim ficou Chafé. O lugar principal era o da Igreja, aí era também o centro cívico: tinha a Igreja, duas mercearias, uma taberna, um peque

 

 

 café, algumas casas a escola primária e a Casa do Povo que era uma associação mútua e recreativa, onde havia um pequeno posto médico e a sede da junta. As pessoas principais eram o padre, o presidente da junta, o regedor, os professores, as outras eram consideradas do povo. Havia as festas populares e uma maior, que era em honra do padroeiro S. Tiago, das quais fui mordoma.

 Na aldeia havia uma figura castiça que marcou a minha infância, todos lhe chamavam TizéCarriço. Era de estatura media e pouco robusto, andava sempre de chapéu de pano na cabeça e com uma beata de cigarro no canto da boca, quer estivesse acesa ou não, era carreteiro de profissão. Quando não levava carga no carro ia sempre sentado na frente do carro que ficava nas traseiras dos bois, com as pernas caídas para baixo do lado de fora. Sempre que passava enfrente da Igreja mandava parar os bois, descia do carro, tirava o chapéu a beata da boca e fazia uma vénia! Dizia que era temente a Deus...Com o tempo os bois domesticaram e já paravam quer o Tizé Carriço mandasse parar ou não, por vezes adormecia esgotado pelo cansaço. Então os bois ajoelhavam com as patas da frente e inclinavam a cabeça até ao chão! Bonito. As crianças que estivessem por perto corriam para ver os bois a rezar...! 

 

 

 

 

 

 

Na Primavera a aldeia vestia-se de várias cores de flores selvagem, e nos quintais as árvores vestiam-se de branco e de rosa claro, no Verão ficava bronzeada com as cores das searas, no Outono pintava-se de cores pasteis, no Inverno de verde esperança, de quando em vez de branco da neve e por vezes o vale parecia um rio quando o Inverno era chuvoso.
Foi neste cenário bucólico que deixo escrito, que cresci e vivi a minha infância, juventude, alegrias e tristezas, ilusões e desilusões, triunfos e derrotas, até aos quarenta e dois anos!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sinto-me:
publicado por zezacastanho às 15:12

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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Corrida de Aviões

Como não pode ir ver e gostava, ontem consegui por aqui os link, para ver quando quizer.

publicado por zezacastanho às 21:46

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